Crise? A boa limonada vem do limão.

É nos momentos de crise que a gente cresce. Mesmo contrariado. Afinal, por uma questão de sobrevivência, do negócio, que seja, somos obrigados a sair da zona de conforto. É a hora, como diz o ditado, de separar os homens dos meninos. É momento de colocar em prática aquele plano B ou de reciclar o empreendimento. A pandemia, que já dura dois anos, nos mostrou isso. Há casos de pessoas que, ao perderem o emprego, descobriram uma nova forma de ganhar dinheiro. E, agora, podem se virar em duas frentes. Ou, que indo na mesma toada, descobriram uma maneira de ter duas rendas, otimizando o tempo de trabalho. Assim como há empregadores que abriram mão de seus funcionários e perderam também uma forma de terem um novo negócio nas mãos, ao não adaptarem seus serviços para o atendimento à domicílio, que o momento pedia. Eles não entenderam que esses mesmos empregados dispensados poderiam realizar o trabalho de um jeito diferente. Mais: há comunidades que passaram a priorizar os serviços dos vizinhos na hora da compra, mostrando-se também solidários nesse período difícil para todos. O que tudo isso mostra? Que é melhorar arregaçar as mangas, procurar soluções, se reinventar, do que ficar lamentando perdas ou esperando a onda passar. Como diz aquele outro ditado, alguns aprendem com a dor, outros com o amor. Melhor mesmo seria estar sempre de olho no negócio, na tentativa de reinventá-lo a cada dia. Esse é o caminho do amor. O da dor é a crise. De qualquer forma, o importante é tomar um rumo, lembrando que é possível fazer do limão, uma boa limonada.
Luiza Castanho, criadora da Maior Comunidade de Academias High Ticket
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