Empregado e empresa devem estar conectados

Conexão. O significado dessa palavra é claro: ligação, união, vínculo. Se isso ocorre entre empregador e empregado, de forma que ambos sintam-se satisfeitos, a missão, naquela árdua tarefa do dia a dia, conhecida como trabalho, torna-se prazerosa. E, por tabela, rende bons frutos em produtividade, alavancando o negócio em questão. Para que ocorra essa conexão, os dois lados da moeda – quem emprega e quem realiza o serviço desejado – precisam estar cientes de seus papeis, desejos e deveres, que não são poucos. De modo geral, um empregador moderno deve ter entre os seus, pessoas ativas e criativas, capazes de se envolverem com o trabalho – olha aí, de novo, a importância de uma seleção criteriosa de candidatos. Isso significa, por exemplo, ter vínculo forte com a marca ou empresa para qual trabalha. É algo como sentir na pele a vontade de fazer o negócio prosperar como se você seu. Cabe ao empregado entender essa visão do empregador moderno, pois competência técnica não segura ninguém no trabalho – mesmo porque isso pode ser adquirido através de treinamento, quando se tem boa vontade para aprender.

Acredito que é melhor contratar alguém com inteligência emocional e disposição para evoluir do que uma pessoa já pronta em termos técnicos, mas que não demonstra ter resiliência e boa vontade em fazer parte do negócio. Sim, hoje em dia, as empresas mais valiosas do mundo estão contratando mais por competência comportamental do que técnica. Não se engane: saber o que fazer é muito importante, mas querer fazer, estar disposto e possuir alta capacitação de adaptação são premissas básicas para todos que desejam ter conexão. Isso, aliás, vale para quase tudo na vida.

Luiza Castanho, criadora da Maior Comunidade de Academias High Ticket
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