Selecionar e treinar talentos, eis o desafio.

Segundo o LinkedIn, uma das profissões que estarão mais em evidência, em 2022, é a de recrutador de mão de obra, especializado em tecnologia. E ao analisar um levantamento recente da empresa de pesquisa Gallup, dos Estados Unidos, você constata, por exemplo, que 82% das empresas erram na escolha de seus líderes – essenciais também na formação de novos talentos. Cruzando essas informações, você conclui que a procura de gente qualificada para tocar um negócio é tão importante e desafiadora, que a própria escolha de quem faz a seleção passa a ser bastante valorizada. Também é igualmente desafiador treinar os escolhidos, para que eles realizem bem o que se espera deles. Se mesmo tendo cerca de 13 milhões de desempregados no Brasil, parece faltar gente qualificada no mercado para preencher as vagas disponíveis e necessárias, a questão torna-se ainda mais complicada quando o objetivo é fazer a economia girar. Pensando principalmente no empreendedor, o primeiro passo, portanto, para desfazer esse nó, seria as empresas investirem pesado na proposta de valor para o empregado, além de profissionalizar o recrutamento, a seleção e a educação corporativa, de modo a garantir uma melhor escolha daquelas joias raras, tão importantes para a engrenagem dos negócios. E, claro, que invistam igualmente na lapidação desse tesouro exaustivamente garimpado, para que todo o esforço da triagem não escorra pelo ralo. Como indica esse mesmo levantamento Gallup – e isso pode servir de alento e de exemplo para o mercado de trabalho como um todo –, 10% das pessoas nascem com o talento para liderar e o dobro disso pode ser treinado para tal função. Sim, há luz no final do túnel. E essa é a melhor notícia no momento sobre a questão.

Luiza Castanho, criadora da Maior Comunidade de Academias High Ticket
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